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A Fé que Move Montanhas: Kevin Costner revela a importância da religião em seu novo filme

O renomado ator e diretor Kevin Costner traz uma nova luz sobre o papel da fé em tempos de desafios e conquistas em seu mais recente projeto cinematográfico, “Horizon: Uma saga americana”. Este épico ocidental, que mergulha nas profundezas da história da fronteira americana, proporciona uma perspectiva única sobre as jornadas dos colonos e a importância inestimável da fé em suas vidas.

Costner, aos 69 anos, conversou com The Christian Post sobre como esse tema central influenciou a criação de sua obra. Segundo ele, a fé não era apenas uma parte integral da vida dos colonos, mas o recurso emocional que os guiava através de territórios desconhecidos e ameaças imprevisíveis. Esse sentimento profundo é habilmente entrelaçado na narrativa de “Horizon”, onde cada personagem é empurrado para além de seus limites físicos e emocionais, ancorados apenas pela sua crença.

Qual a importância da fé em “Horizon”?

Na jornada para o grande desconhecido que era o Oeste americano, Costner destaca a fé como um elemento de orientação e esperança. “A fé foi o que guiou as pessoas para o desconhecido”, revela Costner. Em meio à vastidão desoladora e às vezes brutal do território, os colonos encontraram na fé a força para perseverar e a coragem para enfrentar os inúmeros desafios.

Detalhes do Elenco e Produção

“Horizon” não apenas destaca grandes nomes como Sienna Miller, Sam Worthington e Luke Wilson, mas também marca a presença de Hayes Costner, filho de Kevin, que faz sua estreia no cinema. O filme, que já começa a ser considerado uma obra de arte cinematográfica, foi filmado em Moab, Utah, representando o período tumultuado da Guerra Civil Americana.

A Representação da Violência e Humanidade

Apesar da representação realista da violência característica dos tempos de colonização, “Horizon” também mostra a capacidade humana de manifestar nobreza mesmo nos momentos mais sombrios. Costner espera que o filme, embora tenha sido classificado como restrito, seja visto por famílias e jovens. Ele acredita que há lições valiosas sobre resiliência e importância dos laços familiares que transcende as gerações.

Costner, que investiu pessoalmente $38 milhões no projeto, explica que “Horizon” é o resultado de uma combinação de sua dedicada paixão e de uma crença duradoura nos temas que explora. O uso de versículos bíblicos e a presença constante de temas religiosos são destinados a refletir as verdadeiras experiências de muitos colonos americanos da época, para quem a fé era tanto um refúgio quanto um guia.

Com estreia marcada e uma sequência já no calendário para agosto deste ano, “Horizon: Uma saga americana” promete ser uma narrativa envolente e esclarecedora, que combina drama histórico com uma profunda análise humanística, tudo sob a perspectiva da visão artística de Kevin Costner.

Este longa-metragem não só serve como entretenimento, mas como um meio de conectar as presentes e futuras gerações com as lutas e conquistas de seus antepassados. Através de “Horizon”, Costner busca oferecer uma janela para o passado, enfatizando como a fé moldou, e continua a moldar, o destino da humanidade.

Lucas Alves

Jornalista e colaborador do Diário da Fé.

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